Chegou ao fim...
Terminou...
Já não há mais...
Acabou...
Rima e é verdade!
Venho aqui colocar um fim neste blog! Não que eu quisesse ser o seu carrasco, mas simplesmente porque acho que merece! Sim, acho que merece terminar...
Quando comecei este blog, era bastante novo! Inespriente! Pouco vivido! Tinha a ilusão que as coisas seriam sempre fáceis, simples de se fazer! Que estaria constantemente a publicar no blog, que não o deixaria morrer como grande parte dos espaços que existem na blogosfera... E como eu estava enganadinho!
Foi interessante, durante os últimos dias, ver os textos que escrevia quando este espaço começou... E o quanto evoluiu... E de que forma evoluiu... E cheguei à conclusão que o melhor seria terminá-lo assim, desta forma! Queria algo mais digno, mais pomposo, mas este texto foi tudo o que consegui!
Se calhar não vinga aquilo que este blog fez por mim: ajudou-me a crescer!
Em vez de o simplesmente apagar, deixá-lo-ei aqui, tanto tempo quanto puder, para que predure... Pode ser que alguém, algum dia o encontre ao acaso e também se espante com a minha evolução... Quem sabe!
No entanto, não vou parar por aqui!
Este blog para, mas outro surgirá no seu lugar! E porque não trazer este de volta á vida em vez de começar um novo?
Na vida, frequentemente, as coisas mudam! Eu não sou grande adepto das mudanças, mas tenho noção que são importantes para que possamos evolur, melhorar...
Precisamente por isso, para ter um início novo, terei um novo blog, em breve, pronto para começar!
Será um novo eu, um novo autor mais maduro, mais crescido... Mais vivido... Não quero com isso dizer que será um blog melhor que este... Poderá não ser! Mas quero tentar!
Neste momento estou novamente a pensar: "Será um blog novo, para continuar e não deixar parar como este! Terá de ser algo diferente! Algo bom!". Mas, lá no fundo, sei que essa minha vontade de escrever poderá desaparecer de um momento para o outro! Mas a vida é feita de sonhos!
Então, só vos posso lançar este convite: querem vir crescer comigo?
Їmρπεssασ ξm βπαηςσ
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sábado, junho 22, 2013
terça-feira, abril 12, 2011
[Poema] - Teatro para mim...
Sentindo o calor da luz
E o bater do coração,
Subir ao palco me seduz
E traz-me emoção!
Uma sensação sem par,
Como nunca senti igual.
Fazer de tudo para agradar
Uma plateia sempre especial!
A cada espectáculo dar
Tudo o que tenho de mim,
Fazer p'ra não me enganar
E levar a peça até ao fim!
Mas que gozo me dá
Ouvir o público aplaudir,
Perante eles me curvar
E apetecer-me tudo repetir!
by Ricardo Araújo
(12-04-2011)
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Uma coisinha simples que dedico a todos os meus queridos companheiros de luta do inTACTO da ACGITAR!
Um pequeno e simples mas sentido poema sobre uma das minhas paixões: o teatro!
A foto que acompanha foi tirada no palco do Auditório Municipal de Gondomar, no passado dia 9, minutos antes de se abrir as portas ao público!
Mas que noite! Com espaço para enganos e "apagões"! Mas sobretudo, muito divertimento!
Їmρπεssασ ξm βπαηςσ
terça-feira, novembro 02, 2010
Poema - À Descoberta

Já estava na altura de colocar aqui outro poema dos meus!
Digam lá, já tinham saudades, não era?
Em compensação de não haver ainda mini-conto, decidi "aquecer" o vosso gosto literário com mais um poema meu original!
Este poema escrevi-o um dia (em pleno estágio no 11º ano xD) em que estava a ouvir a música "Homem do Leme" dos Xutos e Pontapés!
Como sempre gostei de história e uma vez que o europeu estava à porta, o patriotismo invadiu-me e o poema surgiu:
À descoberta
Olho o horizonte,
E tento imaginar,
Que segredos escondidos,
Estarão por desvendar...
O que há do outro lado?
Será que alguém já lá chegou?
Vejo o mar tão agitado,
Será que se assustou?
As ondas vêm para a costa,
Têm muitas historias para contar,
E ora vai uma aposta,
Como a história te vai cativar?
É a historia dum povo,
Que pelo mar entrou sem medo,
Mesmo na altura em que tudo o que fosse novo,
Era motivo para ter medo...
Foi descobrir novas terras,
Descobrir novos mares,
Trazer a este mundo,
Um novo motivo para sonhar...
"Oh mar meu, qual a nação
Essa que não tem outra igual?"
Esta é uma pequena nação,
Chamada de Portugal.
poema original de: Ricardo Araújo (LawlietShinzo)
Їmρπεssασ ξm βπαηςσ
terça-feira, julho 20, 2010
Poema - Põe os problemas de lado
Sonhei que não estava,
E que isso te assustava,
Mas ninguém te escutava,
Pois ninguém se interessava.
Depois deste meu sonho,
Pensei algo medonho,
Que farias tu sem mim?
Quando chegará o meu fim?
Eu só quero é que tu saibas que:
Quando a minha hora chegar,
Não me irás condenar,
E vais-me perdoar,
Para em paz eu descansar.
Quando a esperança atingir o fim,
Por favor lembra-te de mim,
Quando pensas que está tudo acabado.
Põe os problemas de lado.
Espero que isto não te assuste,
E por mais que me custe,
O mundo é assim,
Há-de chegar o meu fim.
Promete que de mim não te vais esquecer,
Promete que não vais deixar de viver,
Promete meu amor…
Baseado em – Leave Out All The Rest – Linkin Park
Poema original de Ricardo Araújo (LawlietShinzo)
Їmρπεssασ ξm βπαηςσ
quinta-feira, julho 15, 2010
Poema - Ainda sou capaz
Gostava de conseguir explicar,
Tudo aquilo que sinto.
Gostava de me encontrar,
No meio deste labirinto.
Sinto-me sozinho,
Algo só e abandonado.
Sinto-me um ser pequenininho,
Prestes a ser esmagado.
Ao mesmo tempo sou enorme,
Bem grande, um gigante.
Há algo que me consome,
E faz de mim um herói insignificante.
Dum lado, céu azul e sol a raiar,
Do outro, céu negro e sem luz,
É esta a tristeza que me faz chorar,
É esta a alegria que me conduz.
De repente, paro, e dou a mão
A quem tenho a meu lado,
Sei que eles me apoiarão,
Quando estiver desamparado.
E vou olhar em frente,
Deixar a tristeza para traz,
Mesmo neste mundo deprimente
Eu ainda sou capaz.
Poema original by: Ricardo Araújo (LawlietShinzo)
Tudo aquilo que sinto.
Gostava de me encontrar,
No meio deste labirinto.
Sinto-me sozinho,
Algo só e abandonado.
Sinto-me um ser pequenininho,
Prestes a ser esmagado.
Ao mesmo tempo sou enorme,
Bem grande, um gigante.
Há algo que me consome,
E faz de mim um herói insignificante.
Dum lado, céu azul e sol a raiar,
Do outro, céu negro e sem luz,
É esta a tristeza que me faz chorar,
É esta a alegria que me conduz.
De repente, paro, e dou a mão
A quem tenho a meu lado,
Sei que eles me apoiarão,
Quando estiver desamparado.
E vou olhar em frente,
Deixar a tristeza para traz,
Mesmo neste mundo deprimente
Eu ainda sou capaz.
Poema original by: Ricardo Araújo (LawlietShinzo)
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